«As portas que batem / nas casas que esperam»

Dezembro 15, 2006

vik_muniz.jpg
Foto: Vik Muniz in Aldina Duarte

Há alguns dias que esta imagem me arranha, daqui e dali.  Alocou-a Aldina no seu blog. Colocou-o lá e costurou-lhe na baínha um poema de Maria Judite de Carvalho, a que faz muito tempo não ouvia ninguém fazer alusão. Não sei falar, e na verdade nem muito importa que fale, do efeito perturbador que me causou.  Ao limite, sei bem o quanto são insondáveis as razões dos interpelos. O que é certo é que já passaram alguns dias – dias cheios, de tudo e de nada, como é próprios dos dias e da gente, dos dias que quase toda a gente tem: eu sem excepção –  e, ainda assim, a imagem não me larga, antes persiste no interpelo: AQUI

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Uma resposta to “«As portas que batem / nas casas que esperam»”

  1. Erwin Says:

    O imponderável nos chega pelo correio, pelo e mail, pelo telefone, por todas as formas possíveis e imagináveis. Nem sempre queremos saber as novidades. Mas elas não desistem, insistem e acabam por nos aborrecer com tamanha insistência.
    A beleza dele é o de ser surpreendente, não como a morte, mas como a arte.


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