Ombro

Dezembro 4, 2006

coruja.jpg 

Esperas-me ainda, afinal. Acordada na madrugada, tecida no delicado fio das paciências raras. Benvinda e inesperada como a vida. Regressas do ventre das águas com uma mensagem para me entregar em mãos. E eu adormeço sem espinho, a salvo da tristeza que me poderia vir de tanto desperdício percebido por aqui. Adormeço apaziguada. Mais certa da benção de certas mortes por consumar.

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