Post-it | Amamos aos bocados

Setembro 12, 2006

De novo o amor. De novo Carpinejar. Conversando com a sua filha de 12 anos que lhe dizia «às vezes amo, outras vezes o amor é somente companhia do amor que aconteceu», retira-se para “para pescar cigarras nas árvores”, reflete, pensa, escreve. 

 Temos o amor como algo definitivo. Imutável. Uma comoção com início, sem fim. Mas nem sempre sentimos amor por quem amamos, pode ser o conforto do amor que já sentimos. O passado do amor.

O amor é nostálgico e se fortalece em desenterrar os ossos. O amor tende a ser lembrança do amor. Melhor seria se fosse presságio do amor.

in “Uma Conversa De Amor Com Minha Filha”

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